A EDIÇÃO QUE VIVEMOS · PORTUGAL 2023
Portugal permaneceu
nos gestos.
Da cozinha no Porto à broa em Ponte de Lima, sete dias de encontros com quem cozinha, produz e recebe. Histórias de uma viagem vivida entre caves, casas, mercados e mesas.Começar a ler ↓ENCONTROS EM PORTUGAL
Entrar na cozinha.
Ficar para a conversa.
O percurso aproximou o grupo do trabalho de quem conserva o peixe, prepara o doce e acompanha o vinho. Nas bancadas e à mesa, conhecer também significou participar.
PARTICIPAÇÃO · MATÉRIA DE CAPA
Quando cozinhar substituiu assistir
Em Portugal, quatro momentos do arquivo registram a mesma mudança: o participante deixa de acompanhar uma demonstração e passa a depender das próprias mãos.
Entrar na história →SETE HISTÓRIAS
Pessoas, ofícios
e experiências.
O arquivo volta à vida por aquilo que aconteceu entre cozinhas, vinhas, casas, mercados e mesas — com cada história ligada às fontes preservadas pela WCE.
Conservar o mar
Entre fábricas, mercado e cozinha, o arquivo acompanha o mar antes do prato e revela que conservar também é uma forma de trabalhar o tempo.
Ler a matéria →O doce como transmissão
Entre casas, cozinhas e bancadas, a edição anterior mostrou que uma tradição permanece quando alguém encontra tempo para explicá-la e outra pessoa aceita começar pelas próprias mãos.
Ler a matéria →O vinho antes da taça
Caves, quintas e provas organizam uma sequência em que lugar, tempo e encontro antecedem o rótulo — e fazem da taça apenas a parte visível de uma história maior.
Ler a matéria →Mesas que deram ritmo à viagem
Ao longo de sete dias, as refeições não aparecem como pausas neutras: elas mudam a escala do percurso, reúnem o que foi aprendido e devolvem tempo ao grupo.
Ler a matéria →Casas que mudaram a escala da viagem
Alguns lugares foram mais do que endereço: ao abrir corredores, cozinhas, janelas e bastidores, mudaram a distância entre quem chegava e aquilo que o território podia revelar.
Ler a matéria →Quem nos abriu as portas
O percurso ganhou sentido porque pessoas explicaram lugares, mostraram trabalhos, dividiram gestos, serviram mesas e permaneceram com o grupo — mesmo quando o arquivo ainda não permite dizer seus nomes.
Ler a matéria →PESSOAS DA EDIÇÃO
Uma viagem feita
por quem abre as portas.
Nas cozinhas, nas casas e nas caves, o encontro aconteceu com pessoas em seu lugar de trabalho. Foram elas que aproximaram o grupo dos produtos, dos preparos e das formas de receber.
Conhecer esses encontros →DIÁRIO DA EDIÇÃO
Sete dias.
Quarenta e três atividades.
As matérias interpretam. O Diário preserva a sequência documental: visitas, provas, refeições, oficinas, encontros e deslocamentos na ordem registrada.
Porto e Vila Nova de Gaia
A cidade, as caves e a primeira mesa
7 atividades · ler o diário →Matosinhos e Porto
Conservar o mar, cozinhar e combinar
6 atividades · ler o diário →Barcelos e Braga
Barro, patrimônio e doçaria
7 atividades · ler o diário →Guimarães
Do convento à cozinha compartilhada
7 atividades · ler o diário →Vila Real e Porto/Gaia
Tradição, vinho e grandes mesas
4 atividades · ler o diário →Matosinhos e Porto
Do mercado à mesa
6 atividades · ler o diário →Ponte de Lima e Porto
Vinho, cozinha, broa e despedida
6 atividades · ler o diário →O QUE FICOU DEPOIS DA VIAGEM
A viagem terminou.
A conversa continua.
A massa trabalhada na bancada, a prova nas caves e o almoço recebido numa casa são diferentes maneiras de recordar Portugal. As fotografias e histórias permitem voltar a esses encontros depois do retorno.
PRÓXIMA EDIÇÃO
O vivido prova a relação.
O futuro abre outra história.
A proposta Signature nasce de um repertório real, mas não promete repetir pessoas, casas, atividades nem calendário da edição anterior.
Acompanhar a proposta →